sábado, 31 de março de 2012

Quem está comigo?



Quando Jorão viu Jeú, perguntou: "Você vem em paz, Jeú?" Jeú respondeu: "Como pode haver paz, enquanto continua toda a idolatria e as feitiçarias de sua mãe Jezabel?" (2Rs 9:22)

Jeú foi ungido pelo profeta Eliseu para ser Rei em Israel e, seu propósito inicial, estava bem definido: exterminar os descendentes de Acabe, terminar com a idolatria e os cultos a Baal e, é claro, destruir Jezabel. 

Jorão era o Rei de Israel e Jeú um de seus oficiais. Em um estudo mais detalhado dos originais estudiosos podem indicar que todos os pecados de Acabe eram nada se comparados ao fato de ter se casado com Jezabel. Foi a forma de Acabe constituir a aliança com os fenícios, seus deuses e ídolos.

Você dará fim à família de Acabe, seu senhor, e assim eu vingarei o sangue de meus servos, os profetas, e o sangue de todos os servos do Senhor, derramado por Jezabel. (2Rs 9:7)

Eliseu envia um de seus discípulos rapidamente a Ramote-Gileade – onde eles estavam acampados por conta da guerra contra os Assírios – levar Jeú separado de seus amigos e ungi-lo em secreto, como Rei de Israel. Ele precisava dessa unção para o que estava por vir. Ele precisava daquela autoridade de Rei.  A primeira coisa que Jeú precisava lidar era destituir o próprio Rei de Israel, que estava recolhido em Jezreel se recuperando de feridas da guerra. Mas para que tudo isso acontecesse, era necessário que ele tivesse pessoas em quem pudesse confiar. Afinal, era uma conspiração. Ele precisava se levantar contra o rei do qual ele e os demais, eram oficiais. Isso, porque Jorão não estava andando nos preceitos estabelecidos por Deus.

Era necessário para Jeú saber quem o apoiava. Quem estava ao lado dele? Do contrário, tudo poderia ir água abaixo. Muitos deles serviam de alguma forma a Jezabel e, ele precisava saber quais estavam dispostos a servir Adonai. Apenas uns poucos (2 ou 3) estavam com ele e, foram suficientes para matarem Jezabel e acabar com o seu ‘governo’ sobre Israel.

Não basta saber quem anda com você. Você precisa saber quem trabalha com você. Muitos estão ao nosso lado, mas não estão lutando a mesma causa. Muitos são por nós, mas não conosco. Em relação à Deus é assim também: não basta trabalhar para Deus. Não adianta apenas servir a Jesus. Você precisa trabalhar com Ele, em unidade. Não para Ele, mas com Ele. Jesus também disso algo a esse respeito em Mc. 9:40

Muitas vezes, as diretrizes do Senhor para nós, podem parecer por vez, estranhas e atípicas, ou do tipo: grande demais pra que eu possa cumprir. Mas se o Senhor te escolheu, é contigo mesmo. Deus não erra! Deus não escolhe ninguém errado. Deus não se equivoca. Mas, a partir desse momento, temos que estar atentos a quem anda conosco, para que estes possam ajudar-nos e não serem empecilhos.

Deus escolheu Jeú porque ele tinha todas as características necessárias para ser bem sucedido. Sua família tinha um excelente histórico de reinado. Não podia ser qualquer um. Para que Jezabel fosse derrotada, tinha que ser alguém disposto a fazer o que Deus queria, disposto a enfrentar sozinho, se necessário fosse.

Interessante que Jezabel tentou acusa-lo, numa tentativa desviar o foco, mas ele estava empenhado em cumprir o que lhe fora determinado. O inimigo sempre tentar nos acusar diante dos grandes feitos que Deus nos chamou para realizar.

Quando Jeú entrou pelo portão do palácio, ela gritou para ele: "Como vai você hoje, seu assassino! Você, é como o filho de Zinri, que assassinou o seu senhor! " (2Rs 9:31)

No cumprimento de nosso chamado, de realizar grandes feitos, e obedecer ao Senhor, precisamos ter definição de quem está conosco. Temos que saber quem irá nos ajudar, lutar conosco, nos apoiar e saber aqueles que são figurantes e, representam um perigo as ordenanças que recebemos. Para cumprirmos este chamado é necessário definição e decisão. Duas coisas importantíssimas na igreja.

Jeú olhou para cima e viu que ela estava na janela, então gritou: "Quem está do meu lado?" E dois ou três homens de confiança no palácio olharam para ele. "Joguem essa mulher para baixo!" -  foi a ordem de Jeú. E eles a jogaram pela janela; o sangue de Jezabel esborrifou pela parede e foi manchar também os cavalos; e ela foi pisada pelas patas dos cavalos de Jeú. (2Rs 9:32-33)

Pense nisso!
Pr. Alex Reinaldo
Ministério Redenção em Cristo

sexta-feira, 30 de março de 2012

Dignos! Sim ou não?


Muitas vezes oramos e dizemos coisas que nem sempre estão alinhadas à Palavra. Já se pegou nessa situação? Isso acontece por ‘tradição’ (costume) ou simplesmente por falta de conhecimento (Mt. 22.29).

Coisas do tipo: “Senhor, se for da tua vontade, cure aquele irmão de sua enfermidade”, quando a Palavra já expressa claramente e inúmeras vezes, a vontade de Deus, no que diz respeito à cura. Eu poderia ir mais além: “Senhor! É tua vontade que eu perdoe aquele irmão que me fez esse mal tão grande?” - quando a Bíblia é clara em relação às questões de perdão.

Então, que história é essa de não sermos dignos de estar na presença do Pai? Muitos de nós oramos assim, não é? “Pai! Não sou digno de olhar para ti, falar contigo, estar onde tu estás”. Que tipo de filhos vocês são? E que classe de pai ele é? Aliás, trazendo à memória uma história de pai e filho, percebo que foi exatamente isso o que aquele garoto (o pródigo) disse para o seu pai. Mas, noto que o pai não ‘concordou’ com suas declarações. Ele deu vestes novas e limpas, sandálias, anel, deu um grande buffet e mandou convidar todos para se alegrarem com ele.

Ora, meus queridos, vamos pensar um pouco. Se o sangue de Cristo não é suficiente para te restabelecer com o Pai, o que é então? Se o sacrifício de Yeshua não te torna apto a estar novamente conectado com o Criador, o que pode então fazer isso? Esses tipos de afirmações ignorantes (daquele que não tem conhecimento ou ignora) colocam sobre muitos um jugo, um peso de acusação enorme que, com toda certeza, não vem do Pai. Pai que é pai ama os seus filhos e, os filhos, por sua vez, desejam estar com o pai. Essas afirmações poderiam até fazer algum sentido sob a Antiga Aliança, mas não é o que se refere na nova.

Primeiro, quero destacar o que Paulo diz em uma de suas cartas:

NÃO HÁ nenhuma condenação aguardando aqueles que pertencem a Cristo Jesus (aos que estão unidos a ele). (Rm 8:1)

Se não há condenação esperando por mim, não existe nada que me impeça de chegar a Ele.
A única coisa que nos torna indignos de comunhão com o Pai é o pecado e, foi exatamente para resolver isso que Yeshua foi morto. Não havendo condenação pelo pecado, não existe separação com o Pai. Essa é a nossa convicção em Cristo.

Vejam! O braço do Senhor não está tão curto que não possa salvar, e o seu ouvido tão surdo que não possa ouvir. Mas as suas maldades separaram vocês do seu Deus; os seus pecados esconderam de vocês o rosto dele, e por isso ele não os ouvirá. Pois as suas mãos estão manchadas de sangue, e os seus dedos, de culpa. Os seus lábios falam mentiras, e a sua língua murmura palavras ímpias. (Isa 59:1-3)

Por mais fundas e feias que sejam as manchas dos pecados que vocês cometeram, Eu posso limpar essas manchas completamente! Vocês ficarão limpos e brancos como a neve que acabou de cair. Mesmo que os seus pecados sejam vermelhos como sangue, Eu os deixarei brancos como cal! Se ao menos vocês Me deixassem ajudar, se ao menos vocês Me obedecessem, poderiam viver, ricos e felizes, na terra. (Isa 1:18-19)

Quem poderá subir o monte do Senhor? Quem poderá entrar no seu Santo Lugar? Aquele que tem as mãos limpas e o coração puro... Ele receberá bênçãos do Senhor, e Deus, o seu Salvador lhe fará justiça. (Slm 24:3-5)

O Novo Testamento, diversas vezes nos afirma que podemos sim buscar, entrar e permanecer na presença do Pai, pois o sangue de Yeshua nos purifica de todo e qualquer pecado. A única condição que nos afasta de Deus é o pecado, por conta da Sua santidade. Mas Yeshua afirmou que todo pecado será perdoado, exceto o de não dar ouvidos ao Espírito Santo, no seu ofício de te convencer do pecado.
“...todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada. Todo aquele que disser uma palavra contra o Filho do homem será perdoado, mas quem falar contra o Espírito Santo não será perdoado, nem nesta era nem na era que há de vir. (Mat 12:31-32)

A bíblia nos dá outros textos mais explícitos sobre esse assunto:

Esta esperança segura de sermos salvos é para as nossas almas uma âncora forte e de confiança, que nos liga ao próprio Deus, do, outro lado do véu sagrado do céu, aonde Cristo penetrou à nossa frente para interceder por nós, valendo-se da sua situação de nosso Supremo Sacerdote, com a honra e da mesma classe que Melquisedeque. (Heb 6:19-20)

Yeshua foi o primeiro a romper o véu, ou seja a liberar o acesso direto ao Pai.
Portanto, visto que temos um grande sumo sacerdote que adentrou os céus, Yeshua, o Filho de Deus, apeguemo-nos com toda a firmeza à fé que professamos, (Heb 4:14)

Assim sendo, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade. (Heb 4:16)

Que o Senhor te abençoe,

Pr. Alex Reinaldo
Ministério Redenção em Cristo

domingo, 18 de março de 2012

Pastoreio, relação de intimidade


O que é interessante é que o dom de pastor é o mais comumente conhecido, porém o menos entendido e o menos praticado. A palavra em grego traduzida por pastor é ποιμήν (poimen) e aparece 18 vezes nas escrituras.

Um pastor é alguém que foi nomeado para cuidar do povo de Deus à mesma maneira em que um pastor cuida de ovelhas (naturalmente falando), o que significa que ele está supervisionando e observando o crescimento das pessoas.

Eis algumas básicas analogias entre o pastor e a ovelha:

Uma delas foi a que Jesus disse: “Minhas ovelhas ouvem a minha voz. Eu as conheço e elas me seguem” (Jo.10:27) e "Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas; e elas me conhecem (Jo. 10:14). Então no que diz respeito ao cuidado do povo de Deus, existe uma intimidade implícita e ela é: As ovelhas ouvem a voz do seu pastor...elas não ouvem a voz de outro.

A palavra poimen não pode funcionar em nenhum outro contexto que não seja de intimidade. Se estivermos falando de administrador, sabemos que isso pode funcionar sem intimidade. Se falarmos de um ‘professor’, isso pode funcionar fora do contexto de intimidade, mas um pastor não.

Isso está muito longe da noção de pastor na atualidade. A ideia seria que um pastor teria que realmente gastar tempo com cada membro de sua congregação, saber dos seus problemas, conhecer os seus familiares, saber dos seus ministérios, dos seus chamados e encorajá-los a desenvolver o seu chamado. Infelizmente não é o que costuma acontecer.

A regra geral é que os pastores acreditam que se apenas forem ao púlpito e pregar uma mensagem estarão alimentando as ovelhas. Se fosse assim, deveriam ser culpados pela condição anêmica do povo de Deus. O povo de Deus, de um modo geral, é biblicamente analfabeto. Falando de forma geral, o povo não tem fé. São crianças na fé, não confiam em Deus. São medrosos, desiludidos, assustados. Se isso é resultado do cuidado que eles recebem, então não estão sendo efetivamente cuidados. Bom, mas se estivermos falando de outra palavra que não seja “pastor”, então é explicável a falta de intimidade, conhecimento e união.

Jesus conheceu os doze que o Pai deu a eles. O verso de Jo. 6:70 mostra que Jesus conhecia a cada um deles. Por isso Jesus podia ser considerado o “Bom Pastor”, por que Ele conhecia cada um dos que foram dados a ele. Jesus não pediu, procurou ou pegou nenhum outro e, de fato, quando foi dar conta ao Pai ele disse: Eu revelei a estes homens tudo a Seu respeito. Eles estavam no mundo, porém agora o Senhor deu todos a Mim. Realmente, eles sempre foram seus, e Eu os recebi porque obedeceram a Palavra do Senhor. Agora eles sabem que tudo o que Eu tenho é um presente Seu, porque Eu transmiti a eles as ordens que o Senhor Me deu; eles as aceitaram e sabem com plena certeza que Eu vim do Senhor à terra, e crêem que o Senhor Me enviou. Meu pedido não é pelo mundo, mas por estes que o Senhor Me deu, porque eles são meus. E todos eles, já que são Meus, são Seus; e o Senhor os restituiu a Mim com tudo o que é seu, e portanto eles são a minha glória! Agora Eu estou saindo do mundo, e deixando todos aqui, seguindo para a Sua presença. Pai Santo, guarde-os com o Seu cuidado – todos aqueles que o Senhor Me deu - para que, tal como Nós, eles sejam unidos, sem falta de nenhum. Durante a minha permanência aqui Eu guardei em segurança todos estes que o Senhor Me deu. Eu os guardei de tal maneira que nenhum se perdeu, a não ser o filho do inferno como as Escrituras tinham predito. (Joã 17:6-12)

Então Jesus disse: "Eu escolhi vocês doze; contudo, um é um diabo". (Joã 6:70)

Jesus estava próximo para cuidar, daqueles que o Pai deu a ele. Jesus amou o mundo, mas ele não estava desenvolvendo intimidade com o mundo, senão com os Doze que o Pai deu a ele.

A responsabilidade de levantar alguém no Senhor requer que você esteja intimamente envolvido no seu crescimento e desenvolvimento.

Paulo se referia a Timóteo como seu filho no evangelho e realmente Paulo estava presente nos momentos mais importantes da vida de Timóteo. Foi ele quem impôs as mãos sobre Timóteo separando-o para o ministério; foi ele quem o levou de Listra e Derbe até Tessalônica e etc. Como você vai ajudar alguém a buscar e realizar o seu chamado se não fizer nem ideia de quem ele é?

O que acontece no modelo de igreja que temos hoje é que os pastores não olham pela vida das ovelhas e sim pelas suas próprias. Eles escolhem e preparam pessoas visando o seu próprio bem. Mas, biblicamente falando, se você pastoreia alguém, você precisa saber quem ele é no Senhor.

Obedeçam aos seus líderes espirituais e estejam prontos a fazer o que eles disserem. Porque o trabalho deles é velar sobre as almas de vocês, e Deus julgará se eles fazem isto bem. Dêem-lhes motivo para prestarem contas de vocês ao Senhor com alegria, e não com tristeza, pois neste caso vocês também sofrerão com isto. (Heb 13:17)

Se você não conhecer as pessoas que estão sob o seu cuidado será impossível para você, dar a elas instruções de Deus.

Não é muito diferente de educar uma criança. Quando o seu filho cresce, você não o ‘comanda’ mais como se fosse uma criancinha. Então, você o direciona, o lembra quem ele é, lembra-lhe os seus dons, seu chamado etc. Isso é o que um pastor faz. Não é diferente de ser um pai. Um pai espiritual e um pai natural, no Senhor, praticamente se diferem em nada.

Yeshua ia passando por todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, proclamando as boas-novas do Reino e curando todo tipo de doenças e fraquezas.  Ao ver as multidões, teve compaixão delas, porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor. Então disse aos talmidim: “A colheita é farta, mas os trabalhadores são poucos. Orem para que o Senhor da Colheita envie trabalhadores para a colheita”. Mattityahu 9:35-38

segunda-feira, 5 de março de 2012

Banquete real

"Não levem para sua casa nada que seja abominável ou vocês participarão da maldição que está sobre isso" D'varim [Deut.] 7:26
Vocês não sabem que o seu corpo é um templo do Espírito Santo, que habita em vocês e que vocês receberam da parte de Deus? 1Cor. 6:19
"Quando um espírito imundo sai de um homem, passa por lugares áridos procurando descanso, e não o encontrando, diz: ‘Voltarei para a casa de onde saí’. Quando chega, encontra a casa varrida e em ordem. Então vai e traz outros sete espíritos piores do que ele, e entrando passam a viver ali. E o estado final daquele homem torna-se pior do que o primeiro". (Luc 11:24-26)

Um abismo chama outro abismo... Sl. 42:7

Na história de Israel, assim que um bom rei derrubava os ídolos, um mau os voltava a levantar. Não é suficiente despojar-se do mau, mas devemos nos encher do poder do Espírito Santo. Na luta pela santidade não pode haver tréguas, pausas ou descansos. O simples fato de pararmos já representa um significativo recuo.
O nosso corpo é uma casa, onde moramos (nosso espírito) juntamente com nossa alma. Esta casa está sujeita a receber outros “moradores”, sejam intrusos ou convidados. É verdade que você tem a ‘chave’ da sua casa, ou seja, você tem autoridade sobre ela. Logo, entra e sai o que você permite. Então, o que você tem permitido entrar em sua casa?
A Palavra do Senhor, muito claramente nos instrui por diversas vezes a sermos muito cuidadosos com o que deixamos entrar em nossa casa – seja literalmente falando (as coisas que levamos para casa e que nos influenciam), ou de forma figurada, através das janelas e portas do nosso corpo (os sentidos).
Tudo o que vemos, ouvimos, degustamos, tocamos e até mesmo cheiramos é um registro que fica em nossa memória. Todas essas coisas podem entrar e se alojar em nossa casa. Elas vêm até nosso corpo, entram e ficam, se deixarmos. Será que em nossa casa temos permitido ficar só o que é bom e temos rejeitado toda a espécie de mal ou será que temos convidado as coisas que não prestam para estar em nossa casa?
Sempre que permitimos a nossos olhos assistirem a cenas que não condizem com o padrão de santidade que Adonai estabeleceu para seus filhos, estamos permitindo que entre em nossas casas, toda espécie de imundície, de pensamentos e imagens que ficarão registrados, nos cercando de pecado e maldição. Se nossa casa está cheia de coisas que nos levam a pecar, qual será a chance de não pecarmos?
O mesmo acontece quando permitimos a nossos ouvidos, ouvirem palavras e sons que não edificam ao nosso espírito. Da mesma forma quando tocamos no que não devemos tocar e até mesmo inalamos fragrâncias impróprias, trazemos maldição sobre nossas casas.
Yeshua, certa vez disse: “Você não se torna impuro por comer alimentos proibidos no cerimonial! É o que você diz e pensa que o torna impuro". (Mat 15:11). Isso, porque “as coisas que saem da boca vêm do coração, e são essas que tornam o homem ‘impuro’” (Mat 15:18).

Aquilo que você permite entrar na sua casa vai te edificar ou te condenar. Elas tornarão a sua casa um local agradável e saudável para se viver ou um lugar completamente insalubre. Elas tornarão sua casa um local onde as pessoas gostam de ir (sentar, comungar e ouvir) ou um lugar de onde as pessoas querem fugir.

Aquilo que o homem externa através de gestos e palavras são um reflexo exato daquilo que ele deixou entrar. Se você se encher do Verbo, do Pão Vivo, da Palavra, do Espírito, isso será o que vai transbordar pelas portas de sua casa: saúde, sabedoria, vida, dentre outras coisas. Por outro lado, se você deixar que entre a imoralidade, os palavrões, a violência, e outras coisas mais, isso será o que te cercará e te condenará.

Filhos do Santo! Vivam uma vida santa. Sejam santos em todo o seu procedimento. Sendo mais explícito: cuidado com as músicas que vocês ouvem. Quais são os pensadores que influenciam o que você pensa e acha sobre as coisas? Aqueles que são inspirados pelo Espírito de Deus ou pelo espírito do que governa este mundo? Cuidado com os programas televisivos que você assiste. O que eles tem te ensinado? A viver piedosamente, sendo generoso e bondoso, amando o próximo? Ou tem te ensinado a olhar a mulher do próximo, a ter sentimentos de ira e vingança, a encher a boca de palavras impróprias, dentre outras coisas? Será que tais programas não andam zombando do seu Deus e você ainda acha graça?
Cuidado com as amizades. Quem é amigo do mundo é automaticamente inimigo de Deus. Cuidado com o que você toca. É seu? Você deve? É conveniente?

Há mais recompensas no Senhor do que o banquete deste mundo jamais poderá te oferecer. O príncipe deste mundo vai sempre tentar te iludir, mas o Rei dos Reis tem coisas excelentes para você! É mais do que chegado, o tempo da faxina!

Daniel e seus companheiros, decidiram-se por não comerem do banquete do Rei. Ao invés disso, alimentarem-se de alimentos saudáveis. Ainda que parecessem "ruins". Sabe qual foi o resultado? Eles alcançam melhor forma física,  melhor disposição mental, mais sensibilidade as coisas espirituais, havia sabedoria sobre eles.

Seja sábio, busque o alimento que vem do Alto!

Pr. Alex Reinaldo
Ministério Redenção em Cristo